
17/08/2008 - 11h22
Gwyneth Paltrow é criticada por campanha com pele de animais
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Reprodução
Gwyneth Paltrow em foto da campanha da Tod's |
Londres, 17 ago (EFE).- A atriz americana Gwyneth Paltrow recebeu duras críticas de várias organizações de defesa dos animais por sua participação em uma campanha publicitária que utiliza peles de avestruz e de cobra, entre outras, em seus produtos.
A imagem da atriz, de 35 anos, envolta na pele de raposa utilizada na campanha da empresa italiana Tod's indignou os defensores dos animais, que dizem que Paltrow, casada com o cantor da banda Coldplay e famoso vegetariano Chris Martin, deveria sentir vergonha.
Ao se referir às torturas infligidas aos animais dos quais se extraem as peles, o diretor-adjunto da ONG vegetariana Viva!, Tony Wardle, declarou ao jornal britânico "The Independent": "Nada menos feminino que introduzir um eletrodo no ânus de uma raposa totalmente aterrorizada e eletrocutá-la".
"Gwyneth Paltrow deveria estar envergonhada de fazer publicidade de algo que se baseia no sofrimento dos animais. Eu só posso crer que ou Paltrow é ignorante, ou não tem nem decência e compaixão", criticou por sua vez o diretor da organização Respect for Animals, Mark Glover.
Ainda segundo o "Independent", a desenhista Stella McCartney, filha do ex-beatle Paul McCartney e que seguiu os costumes vegetarianos de sua mãe, aparentemente também está aborrecida com sua amiga Paltrow.
Um porta-voz da ONG People for the Ethical Treatment of Animals (Peta) disse, neste final de semana, que tinha escrito várias vezes para a atriz e enviado a ela vários vídeos que mostravam como os animais são mortos para terem suas peles retiradas, mas não recebeu nenhuma resposta.
fonte: UOL Celebridades
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14/08/2008 - 11h24
Funcionárias de loja de cosmético ficam nuas contra o desperdício
Da Ansa, em Berlim
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Reuters
Vendedora da loja na Alemanha trabalha usando apenas um avental
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Oito funcionárias alemãs da cadeia de cosméticos Lush trabalharam usando apenas um avental para sensibilizar os consumidores para a reciclagem e a poluição ambiental causada pelas embalagens de plástico.
"É preciso alertar as pessoas de que um dia nós também ficaremos sem embalagem", explicou uma das funcionárias, Ani Indshewas, de 26 anos, ao jornal alemão Tagesspiegel.
A frase "Ask me why I'm naked" (Pergunte-me porque estou nua) estampa os aventais das garotas que, como parte da iniciativa, entregavam panfletos com informações sobre como evitar desperdício aos clientes.
fonte: site uol/folha
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Autor: Índios Amazônicos
"Quando a última árvore cair, derrubada; quando o último rio
for envenenado; quando o último peixe for pescado, só então
nos daremos conta de que dinheiro é coisa que não se come".
Refletindo...
É muito freqüente vivermos:
* Como se os seres humanos e as nações fossem independentes e desconectados e não evoluíssem juntos;
* Como se pudéssemos agredir o ambiente sem agredir a nós mesmos;
* Como se pudéssemos escapar às leis físicas que governam o mundo;
* Como se houvesse um fundo inesgotável de recursos a extrair, e uma fossa infinita e bem distante na qual podemos atirar nossos resíduos;
* Como se nossa existência econômica fosse independente dos processos de sustentação do planeta;
* Como se o desenvolvimento econômico fosse um processo mecânico eeconômico independente das necessidades e do saber das pessoas;
* Como se um grupo soubesse como "desenvolver" outro grupo;
* Como se as necessidades materiais fossem as únicas que tivéssemos;
* Como se soubéssemos o que estamos fazendo;
Cabe a Educação Ambiental trazer à tona estas concepções errôneas e encorajar as pessoas a viverem suas vidas e planejarem suas sociedades de acordo com as leis e sabedoria próprias do planeta.
fonte: Conceitos Para Se Fazer Educação Ambiental (site SMA)
Sobre meninas e blushs II
Eu posso até ouvir alguém já me explicando que a intenção era outra. Que eles ajudam a preservar o meio ambiente com seus projetos ambientais e blábláblá e que eu os interpretei mal. Não entendi o espírito da propaganda. Era algo mais sutil. O mundo fica sem graça sem a beleza artificial dos nossos batons, pós compactos, blushs, etc...Essa é a essência da alma feminina. Fico triste em saber que muitas empresas não tem nada a acrescentar às pessoas a não ser a beleza plástica e pálida das modelos. Não conseguem perceber que há uma beleza tão mais verdadeira, autêntica, na variedade de rostos, de formas, de cores e cabelos e sorrisos quando mais humanos. E que se a coisa continuar nessa levada a beleza de uma cascata ou o vôo de uma garça, e um céu estrelado nunca mais serão contemplados, justamente por que não estarão mais lá para serem vistos. E a pergunta que não quer calar: Por que não nos importamos? Por que nos deixamos cozinhar aos poucos como na estória da rã?
Breve seremos devorados e engolidos.
Sobre meninas e blushs I
Nos anos 70 a preocupação com o meio ambiente começa a tomar forma, e os primeiros estudos e debates sobre o assunto foram rapidamente tachados de sensacionalistas e conspiratórios. O livro “Os limites do crescimento” foi rapidamente difundido, ao mesmo tempo que combatido e repelido, justamente por considerar a revisão do modelo de desenvolvimento econômico. O tempo passou e muita água (com espuma, garrafa pet e saquinho plástico) rolou por debaixo dessa ponte. O que era só “especulação” ontem, hoje, podemos ver bem diante dos nossos olhos que ardem por causa do dióxido de carbono e do ar seco. E o que mais espanta em nossos tempos de aquecimento global, é que muita gente não consegue enxergar o que está bem debaixo de nossos narizes (apesar do mal cheiro do esgoto a céu aberto). Para meu desgosto, vi o anúncio de uma rede de perfumaria e cosméticos numa revista, que gastou 10 páginas falando e mostrando a “importância e relevância” da nossa vaidade. Como? Fotos de montanhas de secadores de cabelos, espelhinhos de bolsa, sapatos, e escovas a perder de vista. As fotos chocam, mas a intenção aqui não é chocar, por incrível que pareça. As perguntas, abaixo das fotos, nos levam a uma resposta diferente da pretendida pelos seus criadores. “Não seria bom viver num mundo onde a beleza não fosse valorizada?”. E acima aquela multidão de secadores de cabelos, a impressão de que o mundo está entulhado deles – “Seria, é, seria sim!” – mas, o mais intrigante é que depois de oito páginas assim, vemos três lindas modelos. Maquiadas, cabelos escovados, todas sorrisos cheios de dentes, e a frase absurda e tão plástica como a foto.
“Não, não seria.”
Parlamento Amazônico em reunião
Com a presença de deputados e senadores dos países que têm parte de seu território na região amazônica, o Congresso Nacional vai sediar nesta semana, entre os dias 14 e 16, reunião do Conselho Diretor do Parlamento Amazônico (Parlamaz). O encontro - que tem como objetivo principal a discussão e a aprovação do Plano Estratégico do Parlamaz - será realizado no edifício do Interlegis. O presidente do Senado, Garibaldi Alves, declarou na quinta-feira (10) que a reunião tem seu "total apoio".
Já estão confirmadas as presenças de parlamentares dos seguintes países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Peru, Suriname (que será representado pelo presidente de seu Parlamento) e Venezuela. A reunião será conduzida pela presidente do Parlamaz, a deputada boliviana Ana Lucia Reis, e pela secretária-executiva desse parlamento, a deputada venezuelana Zulay Zambrano.
A iniciativa para que o encontro ocorresse no Brasil foi do senador João Pedro (PT-AM). Ao defender a rearticulação do Parlamaz, cujas atividades foram reduzidas nos últimos anos, ele afirmou que "os países que compõem esse parlamento precisam se articular para propor soluções para a região". O evento conta ainda com o apoio do Grupo Brasileiro de Apoio ao Parlamento Latino-Americano (Parlatino) - esse grupo é presidido, atualmente, pelo senador Renato Casagrande (PSB-ES).
Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Você já ouviu falar sobre o Parlamento Amazônico?
O Parlamento amazônico é um organismo interparlamentar de caráter permanente, criado em 1989 por iniciativa da Câmara de Deputados do Peru e tem, entre seus objetivos, promover o desenvolvimento sustentável da Região Amazônica. Nesse sentido, busca harmonizar a legislação ambiental e fortalecer a cooperação e a integração dos países que tem parte de sua fronteira no território amazônico.
Quando é que os homens (casados) vão entender que estão... casados? Não "genteien", não é nada sobre fidelidade que eu tô falando não! Se se convive com uma pessoa ( ou mais de uma, cooourse!) é de se esperar que certas responsabildades sejam assumidas, ok. Mas o problema são os detalhes, sabe, os tais dos pormenores que não estavam no contrato, e nem sequer foram mencionados, justamente porque pensávamos (e é aí que a porca meramente torrrce o rabo) que já estava subentendido.
Ok! Desabafei gente! Descurrrpa meu! Na verdade tudo isso é só para dizer que:
- Homens casados não sabem como colocar a roupa suja no cesto ou:
- Eles pensam que a roupa suja fica melhor por cima de outras ou ainda...
- Colocadas em montinhos nos cantos do quarto, (a não ser que)
- Isso seja na verdade algum ritual religioso machista de vanguarda
- Ou o raio que o parta!
"A vida"
Autor: Eclesiastes
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"O que foi, o que é, e o que há de ser
e o que se fez;
isso se tornará a fazer,
nada há de novo ,pois, debaixo do Sol."